Que não derrubemas muralhas da tua estima.
Que não pisem
a tua colheita de ilusões.
Que não te afundam
na lagoa da preguiça.
Que não silenciem
o teu som.
Que não apaguem
a tua escrita.
Que não ceguem
o teu próprio sol.
Que não te freiem
na vida.
Que não, caralho,
que não!
© Poesía creada por Xurxo M. Gago Chao







